O folk doce e solar da espanhola Joana Serrat

Joana-Serrat-photo-Elba-fernández

A espanhola Joana Serrat está no mundo da música há um tempinho. Originária de Vic, capital de Osorna, na Catalunha, Joana debutou com o pseudônimo J.S.T –  na realidade, as siglas de seu nome: Joana Serrat i Tarré.

Segundo conta o El País, Joana começou a se envolver com música, mais especificamente a folk music, ainda criança, e tem Neil Young como uma espécie de mentor.

A cantora lançou o primeiro disco como Joana Serrat em 2012, mas foi com o lindo Dear Great Canyon (2014), meio folk, meio pop. O álbum foi o vencedor do prêmio Pop-Peye daquele ano (premiação aos melhores da cultura independente), e ela se firmou de vez na cena espanhola.

Dois anos depois, mais um lindo disco: Cross The Verge, pelo selo Loose Music. Desta vez, com uma produção um tantinho mais elaborada. Joana contou com um timaço: Howard Bilerman (engenheiro de som e produtor que trabalhou com o Arcade Fire) e a participação de Neil Halstead (do Mojave 3).

Cross the Verge é sobre perda e solidão, sobre dar tudo o que se tem para que uma relação se fortaleça, sobre como é perder tudo de uma hora para a outra. “Vivemos em uma sociedade que não premia demais as pessoas que são coerentes. E quando você é coerente, você vira uma pessoa que incomoda. Em vez de te aceitarem, acabam por te trocar. Minha música fala disso.” – para o El País.

Você ouve Cloudy (do mais recente disco), que tem a participação de Neil Halstead. Green Grass e The Scret são do álbum Dear Great Canyon.

 

 

 

 

 

 

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