Jazzmeia Horn é séria candidata a nova diva do jazz

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O jazz, literalmente, no core de Jazzmeia Horn. Digo isso porque o nome dela foi dado pela avó, pianista e amante do jazz, que talvez antevisse um futuro brilhante para a neta. Agora aos fatos que importam: nos últimos 4 anos, Jazzameia Horn levou dois prêmios importantíssimos: o Sarah Vaughan International Jazz Vocal, em 2013, e o Thelonius Monk International Jazz Vocal, mais importante premiação para jovens músicos, em 2015.

A premiação, mais o fato de ela ser mestre na arte da improvisão vocal de forma a criar sons que lembram o solo de um instrumento ( técnica chamada scat singing), colocaram Jazzameia no radar dos críticos, que vêm apontando a cantora como séria candidata a nova diva do jazz. Segundo o New York Times, ela é a cantora a gerar mais buzz desde o aparecimento no cenário musical de Gregory Porter e de Cécile McLorin Salvant, cinco anos atrás. Para o cantor Jon Hendricks, ela é a melhor voz que ele ouviu em 40 anos.

Sarah Vaughan e Betty Carter como influências

Nascida em Dallas, no Texas, Jazzameia (veja o depoimento da cantora no site dela) começou a cantar no coral da igreja na qual o avô era pastor.  Embora admita que seu estilo foi construído a partir de inúmeras influências, tem em Sarah Vaughan e Betty Carter suas mentoras. Algo que fica claro quando se ouve o som dela.

A Social Call, o primeiro disco dela, foi lançado há pouco, em maio de 2017. Selecionei duas canções do álbum: Lift Every Voice/Moanin’ e I’m Going Down.

 

 

 

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