Fémina: as trovadoras argentinas que mesclam rap e folk

femina

A banda argentina Fémina são as irmãs Clara “Wewi” Trucco e Sofia “Toti” Trucco e a amiga de infância Clara Miglioli. Tudo começou em 2004, quando elas começaram a fazer rap meio que na brincadeira, já que costumavam escrever poesias. A coisa deu certo, elas resolveram deixar San Martin de los Andes, na Patagônia, onde viviam, para arriscar em Buenos Aires. Não é preciso dizer que elas se deram superbem.

O nome da banda faz alusão ao fato de que elas são mulheres (óbvio), mas também ao fato de que suas letras falam de igualdade de gênero, de amor, de raça.

“Todos temos os mesmos direitos. Somos serem humanos. Mas em algumas culturas é muito difícil para uma mulher vestir uma roupa que ela quer, dizer o que quer, trabalhar, ter a mesma liberdade que o resto das pessoas.” – Clara, para a Indiana Public Media.

Mais do que as letras (evidentemente vale prestar a atenção nelas), o que mais se sobressai no som das meninas é a instrumentação e a harmonia vocal. Wewi é especialista no cajón peruano, instrumento de percussão que é isso mesmo: uma caixa. O que elas fazem é um poupurri de rap, folk (experimental, por vezes), rumba e cumbia. Difícil hoje em dia encontrar um grupo que não mescle diferentes referências, não?

Você escuta Mas Vale Tarde que Nunca e Deshice de Mi são do álbum de estreia, Deshice De Mi (2011). Pero es Locura, Un Buen Viaje e La Piel são do mais recente disco, Traspasa (2014).

 

 

 

 

 

 

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