Por que o The Echocentrics vai fazer você mudar de ideia sobre bandas do Texas

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Adrian Quesada é um músico múltiplo, daqueles caras que dão a luz diversos projetos. Com ele é assim: além do Grupo Fantasma, do qual ele é integrante, ele é o pai do Ocote Soul Sounds, que mescla funk, soul e cumbia, e do Brownout, coletivo que fez uma releitura funkeira para músicas do Black Sabbath.

Ele também é a cabeça por trás do The Echocentrics,  grupo que faz uma “salada musical” inspirada em músicos tão diferentes quanto Serge Gainsbourg e Tim Maia. Sim, tem até Tim Maia no meio.

As músicas são cantadas em inglês, em espanhol (uma das convidadas é a argentina Natalia Clavier, do Thievery Corporation) e em português. Outra colaboração é com a cantora Tita Lima, filha do Liminha, ex-baixista dos Mutantes.

O som do Echocentrics é quase uma releitura do funk/soul americano com uma pegada latina. Do country do Texas com uma pegada soul. Um som que caberia perfeitamente nos filmes do Tarantino.

“Todo mundo na minha cidade (Laredo, no Texas) é bilíngue. As pessoas trocam ideias com uma pessoa em espanhol e com a outra em inglês, por isso, para mim, não existe essa história de barreira da língua.” – para a Spin.

Você escuta Muerto en Vida, do disco mais recente, Echo Hotel (2016), e O Elefante e Jardim, do álbum de estreia, Sunshadows.

 

 

 

 

 

 

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