Eis alguns motivos que vão fazer você se apaixonar por Federico Aubele

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Juan Manuel Simian, do Daily News, vai no ponto quando fala do trabalho do argentino Federico Aubele: “é como se fosse uma longa viagem pelo globo. De sua cidade natal, Buenos Aires (no disco de estreia Gran Hotel Buenos Aires, de 2004) a Barcelona (no disco Panamericana, de 2007), do Brooklyn (em Amatoria, álbum de 2009) a Berlin (no disco Berlin 13, de 2001), seus álbums funcionam como cartões postais para sons e emoções.

Aubele produz um sonoridade única: combina eletrônica, guitarra e vocal. Um vocal suave, por vezes quase sussurrado. O músico já disse à Rolling Stone argentina que suas músicas capturam as lembranças da infância, quando escutava bolero, tango e jazz latino na casa dos pais.

À isso ele introduz referências que construiu ao longo da vida: rock, hip-hop, dub. Ao escutar Federico Aubele, impossível não lembrar do Thievery Corporation. Não por acaso o duo de Washington já remixou músicas do argentino.

Seus discos costumam contar com participações especiais, como é o caso da americana Melody Gardot e da argentina Natalia Clavier, em 5 (2013). Também contam com faixas exclusivamente instrumentais.

“As músicas instrumentais pegam você de um modo diferente. Quando não há letras, a música é capaz de conectá-lo diretamente com outras áreas do seu subconsciente, geralmente através de emoções que são difíceis de transcrever em palavras.” – para o The Celebrity Café

Você ouve Laberinto del Ayer, canção de 5, Bohemian Rhapsody in Blue, de Berlin 13, e Corazón, de Panamericana.

 

 

 

 

 

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