Chet Baker revisitado por 10 cantores e 6 trompetistas

Autour-de-Chet

Chet Baker, o “príncipe do cool”, era trompetista ou cantor? Pelo que demonstram os cantores convidados do disco-homenagem Autour de Chet (2016), ambos. O álbum conta com gente de peso: tem as gêmeas cubano-francesas Ibeyi em dueto com o francês Benjamin Biolay, tem a franco-israelita Yael Naim, o inglês Piers Paccini, o americano José James, os trompetistas suíço Erik Truffaz e francês Airelle Besson, enfim, gente boa, muito boa.

Um dos maiores nomes do jazz, Chet Baker morreu no dia 13 de maio de 1988, aos 58 anos, ao cair da janela de um hotel em Amsterdã (Holanda). Nunca se soube se realmente foi uma queda que o matou ou se ele se jogou da janela.

Chet foi basicamente um autodidata. Seu estilo minimalista e suave fizeram dele referência do chamado jazz da costa oeste americana. Bonitão (uma espécie de James Dean da música), arriscou como ator em Hollywood e, mais tarde, foi tema do belíssimo filme Let’s Get Lost, do fotógrafo americano Bruce Weber.

A vida pessoal do trompetista muitas vezes ofuscou a profissional. Era viciado em heroína e chegou a assaltar a própria gravadora para roubar seus discos e vendê-los para conseguir dinheiro para as drogas.

Selecionei três canções, bem como duas das originais, interpretadas por Baker, para que você possa ter a dimensão do trabalho de reinterpretação dos cantores. Você também poderá assistir o documentário que acompanhou a gravação do disco.

Eis as originais:

E o documentário:

 

 

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