Nicola Cruz: o DJ que levou instrumentos andinos às batidas eletrônicas

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Nicola Cruz é francês, mas radicado no Equador. Não se considera DJ, mas um “seletor de músicas”, segundo disse ao jornal peruano El Comercio. Foi com esse espírito, o de selecionar, escolher a dedo sons e ritmos sul-americanos, que ele se lançou ao mercado em 2015, com o primeiro álbum: Prender el Alma.

Logo arrebatou o mundo, sendo convidado a participar de festivais os mais variados. Pudera. Nicola pesquisa e explora a sonoridade nativa da América Latina como ninguém. Às batidas eletrônicas, programadas no computador, somam-se batidas de instrumentos de percussão como o tambor andino, o guasá (típico da Colômbia), o bumbo leguero (original da Argentina), entre outros. Ele já chegou a inventar instrumentos para chegar ao som que deseja. A essa fusão Nicola deu o nome de Andes-step.

Não por acaso ele vem sendo considerado um dos DJs mais recentes e inovadores da nova geração da música eletrônica sul-americana. Geração esta que bebeu na fonte de veteranos como Ricardo Villalobos e Matias Aguayo. Nicola chega agora ao segundo álbum, Visiones, lançado em março de 2017.

Você ouve Colibria, de Prender el Alma, Danza de Visión, do EP Cantos de Visión, e um remix feito para a canção do Adiós Morena, do Rio Mira, projeto de Ivis Flies e Ivan Benavides.

 

 

 

 

 

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