O universo urgente do ex-Solana Juliano Gauche

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Juliano Gauche nasceu na diminuta cidade de Ecoporanga, no Espírito Santo, e liderou uma das bandas de maior sucesso do Estado, a Solana. Com o grupo, gravou três trabalhos: Quanto mais pressa mais de vagar (2003), Feliz Feliz (2008) e Veneza (2012).

Vivendo em São Paulo desde 2010, Gauche tem daquelas vozes únicas, que alguns críticos chegam a comparar com a de Nei Matogrosso. O cantor e compositor tem dois álbums: um homônimo, lançado em 2013, e Nas Estâncias de Dzyan, de 2016, produzido por Tatá Aeroplano, de quem tornou-se grande amigo. O título do disco mais recente foi extraído do livro A Doutrina Secreta, de Helena Blavatsky (1831 – 1891), escritora russa e co-fundadora da teosofia. A literatura, aliás, é uma de suas grandes fontes de inspiração.

As letras de de Juliano Gauche são intensas e parecem refletir um peculiar estado de urgência e inquietação.

“Eu vivo achando que vou morrer a qualquer momento. É uma espécie de doença paranóica que eu não consigo administrar. Algumas vezes eu acho que nem vivo, só morro mesmo. É uma ótica estranha que está em tudo que escrevo. Então, tudo sai assim, como se fosse uma tentativa de esclarecer as coisas para as pessoas ao meu redor, antes que eu não possa dizer mais nada.” (trecho da entrevista para o Fita Bruta)

Você fica com as canções Alegre-se, presente em Nas Estâncias de Dzyan (aqui, em parceria com Laura Lavieri), Cuspa, Maltrate e Ofenda, do álbum de estreia do capixaba, e Personne, música dos tempos do Solana.

 

 

 

 

 

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