O melhor disco da década, segundo os portugueses

deolinda-credits-divulgação

Devo confessar. Eu não conhecia o Deolinda até começar este trabalho de curadoria e escarafunchar a fundo bandas e sons bacanudos em todo o globo. O Deolinda surgiu na cena portuguesa em 2006 e, em 2008, lançou o primeiro álbum: Canção de Lado. Logo tornou-se conhecidíssimo, por fazer um pop inspirado no fado.

De lá para cá, a banda vem colecionando prêmios e críticas positivas. Entrou para a lista dos melhores discos de World Music do Sunday Times, em 2010; foi considerado pelo próprio jornal uma das grandes bandas da Europa; dois anos depois, levou disco de ouro e platina, enfim…

Em 2016, a garota (Ana Bacalhau) e os rapazes Pedro da Silva Martins, Luís José Martins e José Pedro Leitão (sorry, boys, mas aqui as meninas vêm sempre na frente) chegaram ao terceiro disco, Outras Histórias, que foi tido pela crítica portuguesa o melhor da década. E há motivos para tal: o Deolinda resolveu se reinventar e trouxe como colaboradores gente da eletrônica (DJ Riot) e uma trupe dos clássicos (A Orquestra Sinfonietta de Lisboa).

 

 

 

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